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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A onça ta solta...

Giovanna Battaglia, fez o grande favor de me aparecer com uma meia-calça estampada que simplismente fashionizou geral ( existe essa palavra?!rs)...a verdade é que a estampa de oncinha virou febre e toda mulher que se preze tem no mínimo um acessório ou um detalhe de oncinha em seuguarda roupa!

O bacana é que a estampa se estende a tonalidades diferentes, então a febre tomou conta não apenas de um estilo felino,mas sim nos trouxe as mais variadas formas de usar e abusar da estampa!E eu que curto pouco...fiquei apaixonada por um look com a bendita estampa na leggings  que por sinal aparecem nas coleções de inverno das marcas nacionais.

Whitney arrasou com a sua legging em um evento com direito a red carpet!Coisa de Diva, básico!rs
 Dosou nas cores não saio do tom e mixou a estampa com o brilho dos paetês no top (já que o evento foi à noite). Bom oque pensando talvez não chocaria, mas a moça foi prova de que a peça é mais versátil que se imagina.
Além da 284, que teve sua coleção de inverno lançada , a Bo.Bô também tem seu modelo, que custa por volta de R$ 200. 
Bom o que da pra saber é que nesse inverno a onça ta solta!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Texturizando estampas...deu pra entender?!

Depois de 3 dias e diversos desfiles tem coisinhas que valem e muito apena anotar e grifar no caderninho de tendências para o inverno 2011.
As texturas inusitadas estão super em alta, seja bordado, aplicação de pedras, penas ou até pespontos e tricôs de metal. Muitas marcas inovaram no material para criar novas sensações sobre os tecidos.O resultado de tanta criatividade foram peças lindas e diferentes, teve muita coisa bacana qu eu acho que não arriscaria usar achando que era zuado,mas pra esse inverno essa brincadeira de estampas e texturas esta mais que permitido, esta recrutado!rs
Outro ponto forte, sem dúvida, foram as misturas de estampas e texturas.
As rendas continuam em alta e as peles também ganham espaço nesta estação. Uma boa opção é usar a sobreposição (que também é tendência) com tricô, malha e transparência.
As estampas serão arredondadas, xadrez, listradas, e o mix delas traz a cara da estação!
Então vamos brincar de combinar ou pras mais descoladas vamos descombinar geral as estampas...kkkkk...o importante é se sentir bem!

E já que estamos falando em misturas de estampas e texturas, acho justo um destaque: desfilado na passarela de Melk Z Da no Fashion Rio uniu-se o romantismo com todos os brocados que tem direito e aquela pitadinha barroca.
Só me dizem se vale ou não apena destaque pra esse vestido lindo,delicado e...deixo pra vocês outros adjetivos...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

1º Dia Fashion Rio, vamos conferir!

O clima de suspense dos livros da escritora inglesa Agatha Christie foi a inspiração das estilistas Marcela Calmon e Renata Salles, da marca Filha de Gaia.
Na passarela, mulheres suspeitas que, circulam por corredores de um hotel usando vestidos românticos, longos com tecidos leves e transparentes (como camisolas), sobrepostos por casacos masculinos. Como se saíssem no meio da noite com a roupa do marido como disfarce para fazerem algo proibido.Da uma conferida e crie sua opnião!
Nada é muito certinho: as formas “normais” de peças como casaca, blazer e camisa são desconstruídas e assimétricas. O guarda-roupa masculino também aparece nas estampas de gravata (e a própria é usada como faixa em vestidos, que ja foi vista também nos backstage dos desfiles !). A coleção, no todo, lembra o estilo da década de 30 e 40 (a silhueta alongada e androgenia, por exemplo), época em que se passa a maioria das histórias de mistério dos livros de Agatha Christie. Os acessórios também entram no clima: ankle boot no estilo Oxford, com salto alto e plataforma meia-pata embutida, criados em parceria com o designer de sapatos Jorge Bischoff.
Bom acho que ja falei aqui no blog sobre a cara vintage que promete ter nossos guarda roupa?!Não falei?!!!Então pode cobrar,pois farei um post especial sobre...

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Para o inverno 2011, a ideia do estilista pernambucano Melk Z-DA nasceu de uma lenda que ele ouviu em Fernando de Noronha, quando participou do projeto social Pernambuco com Design (trabalhando em conjunto com artesãs locais).
A lenda da Alamoa conta a história de uma mulher muito bonita que vagava seminua e com seus cabelos muito longos arrastados pelas areias da ilha, em noites de lua cheia. Ela atraía homens para as pedras e se transformava em caveira, fazendo as vítimas se jogarem no mar por desespero.E da só uma olhadinha em quanta coisa linda essa lenda ( loka ) rendeu...


As madeixas fatais apareceram em vestidos – os fios sintéticos pretos, azuis, amarelos e castanhos foram costurados entre duas camadas de tecido transparente, formando uma espécie de estampa. Também foram aplicados em coletes e casacos e presos com tranças ou grampos. Como era uma mulher sensual, o comprimento predominante foi curto. As cores vêm das belezas da ilha como branco, amarelo, azul turquesa e coral.
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Um concerto para piano e orquestra dava o ar de suspense do desfile da grife mineira Patachou, que encerrou o primeiro dia de Fashion Rio. O tema foi os filmes clássicos do gênero, como os do cineasta Alfred Hitchcock, e por isso a coleção veio bem sombria e só com cores escuras – cinza, grafite, preto e azul-marinho.
Confesso que foi o desfile que mais me encantou, mesmo que o desfile da marca Filhas de Gaia tenham rendido muitos e muitos comentários nos blogs e sites de moda.

A silhueta da maioria das peças é alinhada às formas do corpo e alguns elementos lembram os figurinos de obras de Hitchcock. A própria sobriedade da coleção, com comprimentos comportados na altura do joelho, remete às roupas da personagem que perturba James Stewart em Um Corpo que Cai.
A marca não desfilou nenhum acessório, com exceção da sandália feita de couro trançado, usada com meia (uma tendência anunciada faz tempo, mas que até agora não foi vista pra valer nas ruas do Brasil, não é mesmo?).

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

De olho na Tendência!

Difícil imaginar um pull de tricô nesse clima abafado que a gente está, mas com o Fashion Rio já acontecendo e SPFW muito em breve, o que mais vamos ouvir falar é de tendências de inverno.É muito engrassado quando você ja trabalha na área, pois tudo fica muito revirado ( pelo menos dentro de mim ), confesso ter uma péssima memória, muitas vezes eu tenho de olhar no calendário para saber em que estação estamos, pois você acaba acompanhando a moda lá fora que esta em uma estação,aqui que esta desfilando outra e você esta produzindo muitas vezes atrassada ( o que é ruim, mas no meu serviço as vezes conseguimos esse feito! ),enfim, voltemos ao conteúdo, rs...
Um dos grandes destaques em desfiles internacionais e vimos até mesmo no Rio moda Hype é o tricô, mostrado em cada detalhe na passarela da Prada e no Rio ficou por conta do gosto  e estilo do Alisson Rodrigues.
O que são essas meias cheias de babados em pontos extra large? No desfile apareceram em diversas cores, usadas com sapatos de verniz e até mesmo sandálias de tiras finas. A faixa de cabelo, acessório que também promete, quase na cor dos fios, dava a impressão de tranças elaboradas e eu como uma adimiradora de tranças,babeeeeeiiiiii,rsrsrsrrs.
Suéteres, vestidos e saias, todos em estilo bem lady, acompanhados de cintos finos, mostram que o tricô pode ir com tudo. E o jeito atual de usar é justamente fazendo contrastes entre materiais. 
E falando em tricô, o pull mais famoso, usado por Marilyn Monroe no filme “Let’s Make Love”, ganhou reinterpretação da grife francesa Gerard Darel. Gerard adquiriu o sweater de Marilyn em um leilão em 1999 e lançou em setembro passado sua nova versão, em várias cores.
Chamado de “Pull de Marilyn”, ele tem pontos largos (como a moda pede hoje) e é lindo, lindo. Esse tom de azul é um clássico. E se você tem um desses em casa, pode tirar do armário pois já já é hora de usar e se não gostou me manda email que te passo meu endereço pra mandar pra minha casa!
rsrsrsrs.



Fotos: FashionGazette!

Prêmio Rio Moda Hype

Dez novas marcas abriram o calendário do Fashion Rio Inverno 2011 no desfile do Prêmio Rio Moda Hype. ( Amoooooooooo! )
O projeto, que já está na sua 13ª edição, seleciona estilistas iniciantes do país todo para mostrarem suas criações durante a semana de moda carioca. Vamos dar uma conferida nas novidades propostas pelos novos designers :
Akihito Hira – DF
O estilista de moda masculina misturou peças confortáveis em malha, como calças amplas no modelo sarouel, leggings, e camisetas segunda-pele; com outras mais estruturadas, como jaquetas com ombro marcado e corte arquitetônico. Contraste também entre materiais tecnológicos e outros feitos de forma artesanal. As cores predominantes eram branco, cinza, preto e azul.

Dobra – RJ
A coleção da dupla Antônio Guedes e Raquel Alvarez, estilistas da marca, trouxe looks esportivos, mas com uma pitada de glamour. As camisetas com ilustrações, peças-chave da Dobra, se misturam com peças de alfaiataria desestruturada, casacos do tipo canguru (com capuz), calça de moletom, entre outras. Os principais tecidos, além do moletom, foram malha, seda, moletom e algodão resinado, nas cores preto, cinza mescla, amarelo e azul.( Nem preciso dizer que amei né? )

Lucas Magalhães – MG
Inspirado pela Optical Art, o estilista criou uma espécie de patchwork de estampas gráficas nas combinações das cores bege e preto, ou branco e preto. A mistura das listras resultava o mesmo efeito óptico dos quadros desse movimento artístico da década de 60. A silhueta predominante é bem ajustada ao corpo, com algumas peças sobrepostas às justas, criando um efeito drapeado (graças ao caimento de tipos de malhas e tules que foram utilizados).( Não me agradou tanto! )

Blash – PE
Os estilistas Beto Lima e Renata Ramos fizeram uma coleção com forte referência pop e urbana. Para as meninas, vestidos curtos com ombros ou golas destacados; e leggings misturando malha com tecidos resinados. Para os meninos, calças justas com jaquetas estruturadas. Estampas gráficas e recortes em preto e branco, com pontos rosa, azul e amarelo completam a coleção.

Julia Valle – MG
Peças desestruturadas e assimétricas são o ponto forte desta coleção de inverno da estilista mineira. O contraste entre tecidos com textura áspera e mais pesados, como a lã; e os leves e planos, como a seda, linho e algodão, também dá o tom das peças apresentadas. Não há estampas, apenas alguns bordados, e as cores são neutras (acinzentados, preto e branco). Para os acessórios, Julia desconstruiu uma máquina de escrever antiga, e suas peças foram transformadas em colares que complementavam bem os looks.( Arrasoooouuuuuu! )

Alisson Rodrigues – PR
O designer paranaense trouxe tricô, nylon, veludo, flanela jeans, entre outros materiais, para sua coleção masculina de inverno. Novamente, a legging foi sugerida para entrar no guarda-roupa masculino. Alisson também criou jaquetas, casacos, coletes e capas com golas ou mangas grandes e com modelagens geométricas. As cores predominantes foram o cinza claro (como o mescla), azul e o preto (presentes também na flanela xadrez).( Adoro, mas confesso que a legging para homens ainda me incomoda )

Estúdio Frame – SP
A estilista Patrícia Brito fez uma coleção feminina e masculina pensando, em primeiro lugar, em roupas confortáveis. Por isso, suas criações são, em sua maioria, em diversos tipos de malha. As modelagens são bem amplas, com muitas cordas para dar efeito repuxado e amarrações, e alfaiataria desestruturada. A neutralidade do preto e cinza é quebrada com verde e vermelho claros.

Soddi – BA
Também voltada para o público masculino, a marca é comandada pelo estilista Sólon Diego Barros Silveira. Sua coleção tem blazers de inspiração militar, calças bem amplas, e sobreposições de camisetas – um estilo bem urbanóide que lembra um pouco o estilo de tribos como skatistas. A cartela de cor é neutra: preto, tons de cinza e caramelo. Novamente, o moletom ganha peso, assim como malhas, linho, nylon e jeans.

Sampler – MG
Os estilistas Aderlize Martins e Daniela Escobar apresentaram uma coleção para homens e mulheres com peças assimétricas e com proporções diferentes. Uma camisa, item clássico do guarda-roupa, foi transformada em um vestido tomara-que-caia. Zíperes criavam peças novas e efeitos diferentes, como no vestido longo de moletom com efeito abaloado. As malhas vêm com tudo também nesta coleção, assim como as cores neutras, principalmente o cinza.

Martins Paulo – PI
Peças curtas e justas, na maioria vestidos e jaquetas, com recortes que misturam tecidos mais molengos, como malhas, e duros, como vinil e pêlo sintético. Esta é a proposta do estilista desta marca piauiense, com forte influência punk (muitas tachas e rebites nas roupas e nos acessórios de couro). Para quebrar um pouco o preto, Martins usa azul Royal, turqueza, roxo e vermelho.

Fotos: Divulgação.